• Temos todo o direito de viver à sombra da amargura, mas temos o dever de não azedar a vida de quem quer que seja.
  • Temos todo o direito de nos ancorarmos no terreno do primitivismo, mas temos o dever de não ferir ninguém com os nossos impulsos primitivistas.
  • Temos todo o direito de nos embriagarmos com o fel do personalismo, mas temos o dever de respeitar as opiniões alheias.

Vivamos da forma que melhor nos apraze, conforme o nosso grau evolutivo, mas sempre observando o dever que temos perante o próximo.

Como dizia Paulo, “tudo me é permitido, mas nem tudo convém”.